O blog voltou o/

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Tá bom, eu admito, sou a pior dona de blog do mundo, sumi sem dar notícias por um ano e meio, shame on me. Feito o mea culpa, algumas explicações: Em setembro de 2013 eu me mudei pra Londres, onde fiz um mestrado. Desmontei a casa brasileira (com mini lágrimas), dei tchau pro bairro amado (começando a chorar), deixei o cachorro com minha mãe (soluçando feito uma louca) e fui pro aeroporto, mala, cuia e namorado comigo.

Não fiz post sobre isso porque pensei que em Londres eu teria milhões de assuntos pro blog e muito tempo livre pra escrever. Aham.

A realidade foi outra: tive um ano delícia, mas vivido praticamente dentro da biblioteca (maravilhosa, desenhada pelo Norman Foster, depois conto mais sobre isso), ou nas ruas com casinhas fofas e caras demais pra se morar, nos pubs com cheiro de cerveja velha, viajando…

Escrever de casa mesmo foi difícil pois por oito meses minha casa tinha vinte metros quadrados. Sim, VINTE, contanto com cozinha e banheiro. E você no Brasil com mimimi pelo apê de 60 sem veranda gourmet, heim?

Isso não quer dizer que a experiência de ter uma mini casa não seja digna de nota. Aprendi muitas coisas sobre desapego, sobre viver com menos e tal. Mas a casa não possibilitava intervenções (pelo contrato não podia nem colocar prego adesivo na parede), e a carteira não possibilitava gastos. Aí fui deixando o blog, e quando vi tava com vergonha de retomar.

Agora, de volta pra minha residência nacional e a mil com projetos DIY, reforminhas e coisas novas, resolvi que o EDC (todo blog chique tem sigla) vai ressurgir das cinzas.

Então se preparem pra posts com as dicas úteis de sempre, pra relatos da vida no meu cubículo na gringa e pra muitas novidades da minha gloriosa volta pra São Paulo.

Obrigada pela paciência, e se ficou puto com minha ausência pode xingar nos comentários!

Magá

Três DIY simples e fofos

Olá
Eu ia escrever sobre outra coisa (plantas, fica pra próxima) mas hoje vi essas três ideias de projetinhos e quis compartilhar com vocês. Ainda não fiz nenhum deles (shame on you, blogueira), mas me pareceram bem tranquilos. E bem “menininha” (o Edu do Homens da Casa que me perdoe!). E vocês sabem como eu adoro essas coisas românticas (lembra desse post aqui e desse?)

O primeiro DIY é um quadro com dois corações invertidos. Me lembrou uma carta de baralho. Pra fazer um igual é só comprar cartolinas coloridas e recortar os corações, não? Pra eles ficarem simétricos, dobre a cartolina ao meio na hora de cortar.

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Foto via Pinterest. Ps: A-MEI a cama❤

O segundo projeto é essa porta fofa aqui com corações. É claro que a porta antiguinha já dá um charme. Mas acho que qualquer superfície fica mais legal com esses corações recortados. E o melhor é que você pode colar os recortes com durex. Cansou é só tirar.

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A foto veio do Design Love Fest, um blog gringo muito fofo.

E a terceira inspiração (minha favorita) é essa escultura (?) de arame e tecido. O passo a passo dela está aqui nesse blog. É em inglês, mas pelas fotos já dá pra entender tudo. Vou tentar fazer uma escultura dessas o quanto antes, e então conto pra vocês.

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Beijos e❤

A primeira casa e dois conselhos

A primeira dica que eu dou para quem fala que vai sair da casa dos pais é: alugue primeiro. Com os alugueis caros e os planos de financiamento atraentes, muita gente compra direto um imóvel próprio. Super entendo. Mas acho que alugar uma casa ou apê antes nos ajuda a saber quais são as nossas reais necessidades, o que gostamos e o que não gostamos. E se você comprar um imóvel e só depois da mudança notar que sente falta de uma varanda, de uma cozinha americana, ou que prefere casa no lugar de apartamento?

Eu comecei morando de aluguel mais mais por improviso mesmo. Morava muito longe do trabalho e decidi alugar um cantinho pra mim mais perto. Achei um apartamento de um dormitório (onde nem cabia uma cama de casal, só de viúva), uma mini sala e uma micro cozinha. Mas o prédio era simpático e ficava pertinho da Paulista, perfeito. Pensei nesse primeiro conselho durante o ano que passei no meu cafofo, pois vi que preciso de luz, muita luz! A sala daquele apê nunca recebia sol diretamente, e aquilo me deixava pra baixo. Ao procurar uma nova casa, eu já tinha isso em mente.

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A segunda dica, que vale tanto pra quem comprou quanto pra quem alugou um imóvel, é ter calma! Eu me lembro do nervoso que deu ao fazer a minha mudança (uma cama, uma escrivaninha e um sofá) e ver aqueles móveis perdidos no meio do apartamento vazio. Ansiosa que sou, queria decorar tudo de uma vez só, e seria capaz de entrar em uma loja de móveis e comprar todo o mostruário. Ainda bem que o salário de estagiária impossibilitou isso e me fez mobiliar a casa com calma. Aos poucos, pude pensar em como deixar o espaço com a minha cara – e não com a cara de showroom de loja. Cada móvel ou eletrodoméstico comprado era uma conquista. Ao instalar o microondas (lá pelo nono mês) me senti mais rica que a Athina Onassis!

Eu não tenho muitas fotos da casa antiga, sorry. Mas aqui da pra ver que a inspiração foi o roxo, na época a cor da moda, mais ou menos como o azul Tiffany agora. Todo mundo me disse que pintar uma sala tão pequena de roxo deixaria o espaço com cara de menor. Mas e daí? Prefiro menor e aconchegante do que maior e todo triste…

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Depois de um ano, mudei de casa. Adorava aquela, mas me cansei de morar sozinha. Os móveis comprados eram bem versáteis e se deram bem no espaço novo. E a proprietária do imóvel gostou tanto das paredes roxas que nem me fez repintar a sala!

E você, o que aprendeu com sua primeira casa? Me conta nos comentários, vai…

Estamos no jornal, uhu!

Queridos, hoje acordei com uma ótima notícia! O Escrevendo de Casa saiu no jornal Destak, como recomendação de blog para os leitores. É muita alegria!

Abaixo está uma cópia da página. Quem for de São Paulo pode tentar pegar o jornal em um dos pontos de distribuição gratuita na rua. E qualquer pessoa pode ler no site deles, aqui.

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Leitores amados e Destak, obrigada por deixar a segunda-feira dessa blogueira tão feliz❤

Como ter sapatos organizados em sapateiras bonitas

Mulheres e sapatos, ô clichê mais verdadeiro, né? Como eu tenho um pé enorme (39, humpf) nunca gostei muito de comprar calçados. Mas o mesmo não acontece com a Maya, aquela amiga minha que deu a dica do pão nesse post aqui. Quando moramos juntas, eu vi de perto o que é ser viciada em sapatos. Ela chegava a comprar saltos online, sem experimentar! Doida linda❤

Uma constante na vida da Maya é o problema de onde guardar os pares. Na frança, onde ela mora, existe uma sapateira maior que a cômoda onde ela guarda as roupas, hehe. Na casa da mãe dela, pensaram em uma  solução muito boa para organizar os calçados. Elas destinaram a prateleira de baixo de uma estante aos sapatos, e disfarçaram com uma cortina colorida. Olha que fácil!

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Aqui em casa eu transformei um banheiro de empregada em armário de produtos de limpeza, roupas de cama e… sapatos. Eu mesma fiz algumas prateleiras e comprei na feira uma sapateira colorida de pendurar para os chinelos.

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Abaixo, outras ideias legais: Pendurados pelos saltos e dentro de canos. (Via Pinterest e esse blog).

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Onde você guarda seus sapatos? Conte nos comentários!

Bjs

Stencil em casa – ou Brincando de Banksy

O projeto começou porque eu tinha uma caixa de luz super sem graça bem no meio do corredor (lembra dele?). E tinha também uma verdadeira obsessão por arte de rua. Fiz uma reportagem sobre isso (quer ler? Tá aqui) e gamei no Banksy, um artista britânico que faz os grafites mais geniais em Londres e não revela pra ninguém sua real identidade. Tipo um Batman hipster!

Depois de ler bastante sobre o assunto, tive a ideia de fazer uma “intervenção” com spray no meu quadro de luz. Adoraria fazer um desenho bem legal, mas sou uma negação na parte artística. Como a minha praia é brincar com palavras, tive a ideia de fazer um stencil. É aquela técnica em que você recorta em um molde algum desenho ou frase e depois pinta por cima. Desse jeito (quase) não tem como errar.

Optei por escrever uma brincadeira comum em ecobags (entenda aqui): como já tenho um stencil do Banksy na sala (foto no fim do post) decidi escrever “Meu outro stencil é um Banksy” no quadro de luz. O passo-a-passo foi assim:

1 – Depois de pensar na frase, fui procurar no Word uma fonte que desse certo. Para a minha surpresa, descobri uma “letra” que chama… Stencil! Ela já vem com os vazados específicos para você recortar direitinho. Imprimi a frase em uma folha de papel, prendi com durex sobre uma cartolina e recortei as letras com um estilete. O molde ficou assim:

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2 – Coloquei o molde sobre o quadro de luz e prendi uma lona em toda a volta. Isso é importante porque a tinta em spray faz uma névoa que pode sujar toda a parede.

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3 – Enquanto o namorado segurava o papel (para ele ficar bem rente ao quadro de luz) eu mandei ver no spray vermelho. Fato engraçado: eu convenci o bofe que tudo bem se ele sujasse as mãos, porque o spray era solúvel em água e seria fácil de tirar. Não é que eu estava errada? Não tínhamos água raz em casa e ele teve que esfregar litros de acetona nas mãos pra tirar toda a tinta, hehe.

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E no final ficou assim:

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O que aprendi no processo:

Se você é perfeccionista, não brinque de stencil. Toda a graça da coisa está no visual “pichado” que ele deixa, com falhas e borrados. O quanto mais você colar o molde perto da parede, mais “certinho” fica. No final do meu stencil, não seguramos tão bem o molde. O resultado foi uma palavra torta… Na hora fiquei brava mas agora to aprendendo a gostar. Outra ideia boa para quem quer tentar a técnica mas tem medo/preguiça de usar spray é usar tinta em lata e um rolinho ou pincel. É só passar por cima do molde em camadas finas, para não escorrer.

Quem quiser outras ideias de moldes pode dar uma olhada aqui, ó: só não pire em um desenho muito complexo se você não tem muita destreza com o estilete!

Beijos e até!

Ps: Esse é o meu “Outro Banksy”. O alce também fui eu que fiz!

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Como ressuscitar pães amanhecidos

Olá! Desculpa pelo sumiço, tive uma semana de burocracias enlouquecedoras. Mas voltei, e com uma dica simples e muito útil, ensinada por uma amigona que morou comigo por um tempão e agora é trés chic e mora em Paris❤

Poucas coisas são tão gostosas quanto um pão francês fresquinho pela manhã. Mas dá uma mega preguiça de ir na padaria todo dia, não? Aqui em casa costumamos comprar pães em excesso, pra sobrar pro dia seguinte. Mas aí acordamos e nos deparamos com aquela coisa borrachuda, yuck. A dica é justamente pra fazer o pão amanhecido voltar à vida. Note que ele nunca será um pão fresquinho outra vez, mas fica um pouco melhor, ok?

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1) Pra começar, guarde o saco do pão (aquele de papel) dentro de um saco plástico. Estudos empíricos feitos por mim mostram que assim o pão não fica duro, só murcho, como o da foto.

2) Segure o pão com uma mão e molhe de leve a outra na torneira. Dê batidinhas no pão com a mão molhada, até deixá-lo molhadinho por fora. NÃO COLOQUE O PÃO NA TORNEIRA. Só queremos que ele fique com a casca molhada, não ensopado!

3) Coloque o pão em uma assadeira e insira no forno pré-aquecido a 180 graus. Deixe o pão lá por mais ou menos uns 5 minutos, dependendo do seu forno. Ele estará pronto quando a casca ficar totalmente seca e meio durinha. Por dentro ele estará macio.

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Coma o pão quentinho, pois quando ele esfria fica borrachudo novamente. Se você gosta de pão com manteiga ou queijo quente, pode cortá-lo ao meio e colocar o recheio antes da etapa 3.

Bom, espero ter ajudado! Alguém tem mais dicas sobre o assunto? Deixe nos comentários!

Beijos!

Não serei soterrada por revistas!

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Como a maior parte dos jornalistas, eu e meu namorado temos alguns vícios: ler bastante, escrever em bloquinhos, procurar erros nas reportagens que lemos, checar as notícias no celular mesmo nas férias e COMPRAR REVISTAS COMPULSIVAMENTE.

falei aqui sobre o começo do meu amor por revistas de decoração. Ao longo dos anos ele foi crescendo, e as revistas se acumulando no apartamento. Pra piorar, o Edu não pode passar por uma banca que já compra umas cinco. Ele concordou que todos os dias jogamos o jornal fora, mas pra descartar qualquer uma das revistas dele sempre tem uma discussão.

Já encontrei por aí ideias bem legais para organizar as publicações, como essas abaixo:

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Imagens daqui, daqui, daqui e daqui (Pinterest te amo!)

Mas temos TANTAS que esse tipo de organização não funcionaria. Elas foram se acumulando pelos cantos do apê, brotando no nada, como gremlins em uma piscina olímpica depois da meia noite (que medo desse filme!). Além de deixar a casa com uma cara descuidada, elas acumulam poeira e pioram a nossa rinite. Até o cachorro espirra de vez em quando!

Decidi que era preciso tomar medidas extremas e jogar fora minha coleção da Casa e Jardim. Importante, isso não é um post pago! Fui estagiária na revista e tenho um carinho especial por ela e pelas meninas que trabalham lá❤

Como eu poderia salvar as reportagens com as casas que me fizeram babar tantas vezes? COMO? Eis que tive a ideia de recortar as páginas mais especiais pra mim e fazer um mini arquivo com o melhor da coleção. Desse modo, não só eu guardo um pouquinho daquelas revistas como ainda faço uma coletânea de tudo o que amo nos quesitos arquitetura e design de interiores. Espero que algum dia, quando eu puder morar em uma casa (ou quem sabe até mesmo construir uma!) ficará mais fácil de escolher o que gosto e comunicar ao arquiteto.

Separei as reportagens por categorias em uma pastinha com plásticos e economizei muitos metros quadrados no apê. Ei, namorado, já que abri tanto espaço, posso ter mais um border collie?:)

Receita: Peito de frango que não fica seco

Que jogue a primeira pedra a menina que nunca fez o famoso franguinho sem graça em casa… ele é o amigo inseparável das pessoas de dieta (ou das que intercalam um dia de dieta com um dia de pizza e nutela, como eu). Além de ser simples de cozinhar e barato, fica interessante com diversos molhos e acompanhamentos.

Mas uma coisa é fato: se o peito não for bem feito, fica ressecado, borrachudo e te dá vontade de jogar o regime pro alto e pedir um yakissoba delivery. Na tentativa de acertar o ponto da carne, decidi buscar uma receita que ajudasse. Por sorte, eu estudei três semestres de Métodos e Técnicas de Pesquisa na faculdade de Ciências Sociais e desenvolvi um jeito infalível de fazer buscas no Google. Digite “perfect (nome do prato em inglês) recepie” e dê enter! Voilá! (E você pagou minha faculdade pública com seus impostos, haha).

Foi assim que encontrei nesse blog gringo a receita que mudou minha vida (ok, menos, melhorou minha dieta). Abaixo, uma livre adaptação dela!

Ingredientes:
– 1 ou 2 peitos de frango sem ossos (se você comprar de uma marca com certificado de bem-estar animal o seu karma agradece!)
– Sal, pimenta do reino e ervas a gosto
– Azeite
– Farinha de trigo – apenas o suficiente para cobrir o fundo de um prato raso
– 1 limão

Como fazer
1) Lave os peitos de frango (não queremos salmonela) e retire as partes com gordura. Se precisar, achate eles com um martelo ou faca, para não ficarem muito altos.
2) Deixe os peitos por alguns minutos marinando no suco do limão. Se não gostar de limão, pule essa parte e tudo bem.
3) Polvilhe a farinha sobre um prato. Triture a pimenta do reino, coloque o sal e as ervas (se quiser… aqui tudo é democrático).
4) Passe rapidamente os frangos na farinha, dos dois lados. A ideia NÃO é cobrir tudo de farinha, como se fosse à milanesa.
5) Em uma frigideira anti-aderente bem quente, coloque um fio de azeite e adicione os frangos.

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6) Cozinhe por um minuto em fogo alto, sem mexer nos frangos ou cutucá-los. Vire os filés e veja se estão dourados do lado que estava pra baixo.
7) Abaixe o fogo e tampe a panela.
8) Deixe o frango cozinhar em fogo baixo por dez minutos SEM DESTAMPAR A PANELA. Não vale espiar! A receita original era muito rigorosa com isso e eu obedeço.
9) Depois de dez minutos desligue o fogo, SEM DESTAMPAR A PANELA AGAIN. Coloque no timer mais dez minutos e deixe os frangos lá, descansando no quentinho.
10) Pronto, agora pode destampar, iei! Veja se estão bem cozidos por dentro, e se jogue! Vários acompanhamentos e molhos vão bem, e vc também pode desfiar os frangos para usar em molhos, saladas e sanduíches.

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Espero que tenha dado certo! Se não der, culpe a americana do outro blog! Haha.

Um up relâmpago no vaso feio

Olá!

O post de hoje é rapidinho, em meio a uma semana de manifestações pelo Brasil. Mas assim como acredito que a luta por um transporte mais justo não pode parar, acho que o Escrevendo de Casa também não pode!:)

Ideologias políticas de lado, vou falar novamente sobre dar uma melhorada em um vaso. Dessa vez o vaso é daqueles bem toscos de plástico preto, em que compramos as flores plantadas. Minha mãe sabe que amo gérberas e trouxe esse vasinho em uma visita (mamis sua linda). Eu não tinha nenhum cachepô compatível com o tamanho, nem queria transferir as flores pra outro vaso mais charmoso, por medo de comprometer as raízes. Então dei uma melhorada vapt-vupt com umas whashi tapes, aquelas fitas adesivas coloridinhas.

Eu acho que aqui no Brasil elas são estupidamente caras (30 reais um durex, oi?), então comprei algumas em uma viagem. Parece que também dá pra comprar pelo Etsy, mas demora pra chegar. Em uma visita à Kalunga (que não me pagou pra escrever isso!) eu achei umas fitas adesivas coloridas simpáticas. Elas não são daquele material bacaninha das washi tapes originais, mas cara, custam R$ 2,70. Comprei!

Pra dar uma melhorada relâmpago no vaso, usei uma combinação das fitas originais com as baratinhas. As “genéricas” são meio transparentes, então tive que dar duas voltas. Ficou meio torto, mas bem melhor do que antes da transformação. E quer saber, eu sou a favor de DIY que saem levemente toscos. A casa é minha, tudo bem que não ficou perfeito! Quando as flores morrerem o vaso provavelmente vai pro lixo reciclável, sabe? Fica a ideia pra quem quiser se inspirar!

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Outros jeitos de customizar vasos: Com gliter (se você for meio Reese Witherspoon em Legalmente Loira) ou com tinta. (As fotos abaixo são do Pinterest).

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Acaba de me ocorrer que fazer umas bolinhas de esmalte colorido deve ficar fofo. Tentarei na próxima!

Beijos